Lula hesita em largar Moraes em meio a crise na campanha | BC reduz juros só em 0,25%
Apresentação: Mauro Lopes
Assistir no YouTubeNo Manhã Brasil desta quinta (17 de setembro), os destaques são: Depois de tudo, Lula ainda hesita em largar a mão de Alexandre de Moraes. Nesta quarta-feira, fez uma crítica indireta ao ministro do STF e um elogio direto: Moraes prestou "serviços à democracia". Para marcar distância do ministro do Supremo que foi o mais próximo a ele, Lula disse que não o indicou ao STF (foi Temer quem o fez). A menos de três semanas das eleições, a sequência de pesquisas continua trazendo más notícias para sua candidatura. Nesta quarta, o instituto Ipsos divulgou números sobre a popularidade de Lula e seu governo, que estão em seu pior patamar em mais de um ano: 53% de desaprovação e 42% de desaprovação. São números piores que os da Quaest e do Datafolha. Enquanto isso, a crise interna na campanha pela reeleição se aprofunda. Tanto Quaquá, que controla o PT no Rio e é vice-presidente nacional do partido, da ala direita petista, como Samuel Braun, vice-presidente do PT no Rio, da ala esquerda do partido, fizeram críticas contundentes e até desesperadas em relação à condução da campanha. Também nesta quarta-feira, a menos de 3 semanas da eleição, com o país clamando quase em uníssono contra os juros, o Copom, nomeado e controlado por Lula, reduziu a taxa de juros em míseros 0,25%, para 13,75%, sem qualquer efeito prático na economia. Estão, na prática, remando contra o país e a candidatura de Lula, com “golden boy” Galípolo à frente Pessoas convidadas: O economista Paulo Kliass, o analista internacional Ali Ramos e Pedro Alcântara, vice-presidente do PT de Pernambuco.