Farol BrasilJones Manoel / Farol Brasil · âncora Mauro Lopes
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Dados públicos do canal oficial no YouTube (24/05/2018 a 07/08/2026) · descrições + leitura das capas.
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Vídeo do canal22/08/201810min

O que é capital financeiro? Ep. 3 Dúvidas Básicas

Capa da live: O que é capital financeiro? Ep. 3 Dúvidas Básicas
19.090 views2.373 likes43 comentáriosíndice 4
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Ajuda a manter e melhorar o canal: https://apoia.se/jonesmanoel Advertência. Tive muita dificuldade em sintetizar esse tema em um vídeo curto e didático. Em alguns momentos do vídeo, como ao falar do processo de financeirização da economia, buscando ser didático ao máximo, acabei sendo “simplista” ao ponto de quase induzir ao erro. Peço que você entenda a busca de ser didático como responsável pelos limites do vídeo e seu foco (abordar que não existe separação rígida entre “capital industrial” e “capital especulativo” e que a financeirização da economia é resultado de uma tendência estrutural e histórica do capitalismo e não apenas fruto de uma escolha de política econômica) e que tome esse vídeo – como todos no meu canal – como um convite ao estudo, buscando ler os materiais na discrição do vídeo. Significado das siglas citadas. FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. CNI – Confederação Nacional da Indústria. ABIMAQ – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos. FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. Imperialismo, etapa superior do capitalismo de V. I. Lênin: https://pcb.org.br/portal/docs/oimperialismo.pdf A globalização e os clássicos do imperialismo de Edmilson Costa que trata da atualidade da teoria marxista clássicas do imperialismo: http://www.unicamp.br/cemarx/anais_v_coloquio_arquivos/arquivos/comunicacoes/gt1/sessao5/Edmilson_Costa.pdf A lógica hegemônica do capital fictício. Entrevista especial com Marcelo Dias Carcanholo: http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/17540-a-logica-hegemonica-do-capital-ficticio-entrevista-especial-com-marcelo-dias-carcanholo “Mas se engana quem pensa que existe uma divisão tão rígida entre o capital dito “produtivo” e esse tal de “capital financeiro”, do qual o rentismo sobre a dívida pública seria expressão particular. Nas economias capitalistas modernas (e quando falamos “modernas” estamos falando desde o começo do século XX20), existe total imbricação entre os circuitos produtivos de acumulação e as diversas modalidades rentistas de acumulação financeira ou “centralização” de capitais21. Não à toa, as empresas ditas “produtivas” invariavelmente prezam pelo que elas chamam de “ganhos de tesouraria” (particularmente os ganhos com títulos públicos por meio de fundos de investimento), e algumas possuem departamentos financeiros tão bem estruturados quanto seus departamentos operacionais. Então não são apenas as empresas financeiras, como os bancos, que ganham com a dívida pública. Elas são apenas as que ganham mais. Em tempos de crise, aliás, se por um lado

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