“O nacionalismo se formulou como um conceito progressista, ao passo que formava e desenvolvia-se a nação, mas no passado foi considerado como um ideário que defendia os interesses da burguesia. É certo que no período do movimento nacional antifeudal os burgueses emergentes se puseram sob a bandeira do nacionalismo. É que naquela etapa seus interesses concordavam principalmente com os das massas populares na luta contra o feudalismo e por isso tal bandeira refletia os interesses comuns da nação. Após o triunfo da revolução burguesa, ao desenvolver-se o capitalismo e converter a burguesia em classe dominante reacionária, o nacionalismo passou a servir como um meio para proteger os interesses desta classe. Porque a classe burguesa, disfarçando os seus interesses como se fossem nacionais, o nacionalismo passou a ser usado como um instrumento ideológico para a realização de seu domínio, este passou a ser considerado como uma doutrina burguesa, divorciado de interesses nacionais O nacionalismo não está em contradição com o internacionalismo. Internacionalismo é ajudar, apoiar e solidarizar-se com todos países e nações. Dado que existem fronteiras entre os países e diferenças de nacionalidades, e o processo revolucionário e construtivo se efetua pela unidade da nação, o internacionalismo representa as relações entre os países, as nações, e possui como premissa o nacionalismo. A verdade é que um internacionalismo separado da nação e divorciado do nacionalismo não significa nada. Se um é indiferente ao destino de seu país e povo, este não pode ser fiel ao internacionalismo. Os revolucionários de cada país devem ser leais ao internacionalismo mediantes os esforços, principalmente, pelo desenvolvimento e pela prosperidade de sua nação”” - Kim Jong Il – líder revolucionário da Coreia Popular: https://www.novacultura.info/single-post/2016/02/03/Kim-Jong-Il-Para-Compreender-Corretamente-o-Nacionalismo “A unificação nacional é, por isso, impossível sob a dominação imperialista. Só as grandes massas juntamente com a parte da burguesia nacional, não vendida ao imperialismo, serão capazes de, através de um governo popular revolucionário, acabar com esse regionalismo, com a desigualdade monstruosa que a dominação dos fazendeiros e imperialistas impôs ao país. Esta é a tarefa gigantesca da Aliança Nacional Libertadora, que apresenta aos olhos de todo o Brasil, como a única organização realmente nacional, única organização onde os verdadeiros interesses do povo de cada Estado coincidem com os idênticos objetivos que congregam, em todo o Brasil, de norte ao sul, de este a o