Governos neoliberais abrem espaço ao neocolonialismo | Haddad: mais 2 anos de austeridade | 22.1.25
Apresentação: Mauro Lopes
Assistir no YouTube0:00 Espera com música 9:05 Descrição do conteúdo, saudações à comunidade 31:40 A luta dos indígenas, quilombolas e professores prossegue no Pará 41:30 Neocolonialismo e fascismo: o início do governo Trump e as reações a ele 1:28:52 As 25 prioridades de Haddad até 2026: mais arcabouço e tudo igual 1:43:33 As prioridades de Cláudia Scheinbaum 1:46:23 Eleição 2026: chance de Lula ser candidato diminui 1:49:46 Como governos “progressistas” neoliberais entregam poder para extrema direita 1:56:26 Lênin e Brizola 1:59:40 Entrevista com Patrícia Valim 2:49:00 Entrevista com Gustavo Gaiofato 3:46:20 Artigo-manifesto pela mudança de rumos do governo Lula, despedidas, encerramento No Manhã Brasil desta quarta (22), ancorado pelo jornalista Mauro Lopes, os temas centrais são: 1) as evidências de que Trump inaugura uma nova fase do neocolonialismo assentado de maneira aberta, descarada, no neofascismo. A vitória de Trump e, antes dele, de Milei, e o cenário sombrio para a eleição alemã de 23 de fevereiro indicam que os governos neoliberais, de “frente ampla”, intimidados diante da agressividade direitista, são antessalas para a volta ou instalação da extrema direita no poder; 2) Fernando Haddad apresentou na reunião ministerial de segunda-feira 25 prioridades da política econômica do governo até 2026. A lista chega a ser espantosa: medidas contra o povo, de fortalecimento do arcabouço, mais privatização, medidas de proteção ao capital, sobretudo financeiro, e ao agro, medidas burocráticas, medidas anódinas e umas de propaganda verde em tom faria lima. Apenas uma medida relevante: a isenção do IR. Mas, ao atrelá-la à "tributação dos milionários", Haddad pode inviabilizar sua aprovação, o que deve ser sua intenção. Manter a arrecadação em dia. Notável: não há qualquer menção à tributação de lucros e dividendos. Os convidados do dia Patrícia Valim, professora do Departamento de História e do PPGH/UFBA. Liderança feminista, é protagonista da Rede Brasileira de Mulheres Cientistas Gustavo Gaiofato, professor, historiador, comunicador e militante do PCBR Link do boletim de notícias: https://bit.ly/4h0DpP2