Feminicídio no Brasil: Segurança pública como uma questão de gênero | GiroFlex
Apresentação: Orlando Zaccone · Veludo Neto · Fabrício Rosa
Assistir no YouTubeManifesto Jones Manoel pré-candidato: https://www.jonesmanoel2026.com.br/ Denice Santiago, Negra, mãe de João Paulo, componente das primeiras turmas de mulheres da PMBA (sargento e de Oficial), Tenente Coronela da PMBA, Superintendente de Prevenção à Violência da SSP/BA, Psicóloga, Doutoranda em Mulher, Gênero e Feminismos, Mestre em Desenvolvimento Territorial e Gestão Social, ambos pela UFBA, pós graduada em gestão em direitos humanos pela UNEB, Co-criadora da Ronda Maria da Penha na Bahia. Ativista no enfrentamento às violências contra a mulher e das causas raciais. Comendadora da cidade de Salvador e do Estado da Bahia. Juliana Teixeira de Souza Martins é psicóloga, mestre e doutora pelo Instituto de Psicologia da USP e atualmente Gerente de Relações Institucionais no Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Atua com a formação de profissionais de segurança pública para o enfrentamento da violência de gênero e pesquisa os temas relacionados à saúde mental dos profissionais de segurança pública, violência contra meninas e mulheres e atuação das guardas municipais no Brasil. Maria Helena Cota Vasconcelos • Formada em Letras Português/Inglês, com Especialização em Língua Portuguesa. • Aposentada da Polícia Civil do Espírito Santo (escrivã de polícia). • Sindicalista e militante. • Formadora Sindical e Popular, atuando desde 1996 (Núcleo de Educação Popular 13 de Maio- SP). • Compõe o Conselho Estadual de Direitos Humanos, representando o Sindicato dos Policiais Civis, do qual é Conselheira Fiscal. • Faz parte do Fórum de Mulheres do Espírito Santo (FOMES) e da AMB- Articulação de Mulheres Brasileiras (Coletiva de Cuidado e Autocuidado). • Coordenadora do Movimento Policiais Antifascismo- Seção ES. • Integra a ´´Jornadas de Segurança/Direitos Humanos``, coletivo composto por vários movimentos sociais, sindicatos, igrejas e Universidade Federal do ES, criado para pensar a Segurança Pública a partir de um olhar democrático e popular, com participação efetiva das comunidades periféricas.