Durigan confirma Tebet: Lula 4 acaba com pisos da Saúde e Educação logo depois da eleição
Apresentação: Mauro Lopes
Assistir no YouTubeNo Manhã Brasil desta terça-feira (28), os destaques são: 1) Dario Durigan, representante de Haddad como ministro da Fazenda, abriu o verbo em entrevista à Rádio Jornal em Pernambuco e repetiu a famosa promessa de Tebet. Em março de 2025, Simone Tebet garantiu, em entrevista a Miriam Leitão, que o governo vitorioso nas urnas, Lula ou qualquer outro, faria um aprofundamento radical do arcabouço fiscal e acabaria com os pisos da Saúde e Educação. Pois foi exatamente o que prometeu Durigan. Segundo o ministro, haverá um corte radical no Orçamento assim que forem fechadas as urnas, sem esperar a posse em 1 de janeiro. “O meu trabalho e o trabalho do governo é dizer que nós precisamos melhorar as contas públicas. Nós precisamos fazer com que o gasto obrigatório, eventualmente, inclusive a regra que autoriza hoje pelo arcabouço fiscal, seja contido, para que a gente tenha uma atualização menor em termos de ganho real do Orçamento de um ano para o outro”, declarou. Foi o que Tebet prometeu durante entrevista a Miriam Leitão. Ela anteviu uma “janela de oportunidade” para arrochar as despesas do Estado com a população de maneira sem precedentes. 2) A entrega da PortosRio (antiga Companhia Docas do Rio de Janeiro) para Waguinho, um dos mais queridos de Lula, não podia dar em outra coisa. O ex-prefeito de Belfort Roxo, casado com Daniela do Waguinho, ex-ministra do Turismo, é “amigo do peito” de Lula, que queria a todo custo nomeá-lo presidente da PortoRio. A estatal é responsável pela gestão dos portos públicos do estado do Rio de Janeiro que compreende os portos do Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis. Dado o histórico de sua gestão na prefeitura de Belfort Roxo, em parceria com as milícias, não é difícil imaginar o que aconteceria com a PortosRio sob comando direto de Waguinho. Lula foi contido em seu desejo, mas Waguinho nomeou o presidente da estatal, Flávio Vieira, que foi secretário da Saúde em Belfort Roxo e mais sete superintendentes em áreas-chave da PortosRio. Waguinho manda e desmanda na empresa. E montou um esquema similar ao de Cláudio Castro na Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos) em 2022. Foram contratados à época mais de 18 mil cabos eleitorais num escândalo que levou o TSE em 2026 a condenar Castro e torná-lo inelegível por oito anos. Agora, em vez de Ceperj e UERJ, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, é PortosRio e a UFRJ.Segundo reportagem do UOL, que revelou o esquema Castro, o caso, bem menor por enquanto, envolve cerca de 300 cabos eleitorais ligados ao esquema W