Agrado ao mercado: Lula sinaliza Alckmin na Fazenda e mais austeridade | Trump em festa
Apresentação: Mauro Lopes
Assistir no YouTubeNo Manhã Brasil desta terça-feira (6 de outubro), as consequências do tsunami bolsonarista de domingo. Festa no comitê de Flávio Bolsonaro, reforçada por Trump: “impressionante”, declarou ele sobre a vitória. Flávio Bolsonaro vai a Goiânia nesta terça-feira para oficializar o apoio de Ronaldo Caiado. Deve ter o apoio de Zema e Cury também. E fará uma exibição de músculos em Brasília na quarta, com uma foto dos vitoriosos do domingo: ele mesmo, os governadores eleitos Tarcísio de Freitas, Cleitinho, Douglas Ruas, Moro e Luciano Zucco, senadores como Guilherme Derrite, André do Prado, Carlos Portinho e Carlos Jordy, além dos dois deputados federais mais votados do país, Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato. O primeiro passo de Lula no dia seguinte à derrota no primeiro turno foi sinalizar Geraldo Alckmin como seu futuro ministro da Fazenda e fidelidade absoluta à austeridade fiscal, mudança completa na comunicação da campanha, com o ministro da Secom, Sidônio Palmeira, apontado como um dos maiores responsáveis pela derrota. O marqueteiro João Santana, que conduziu as campanhas de Lula em 2006 e Dilma em 2010 e 2014, pode assumir o posto. Não há até o momento qualquer gesto para uma pauta popular e de promessas aos trabalhadores para 2027. Com a derrota, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão, afirmou nesta terça que considera muito difícil a aprovação do fim da escala 6x1. Sem isso, Lula perde o que era considerado um dos principais trunfos anunciados para o segundo turno. Conversam com o Manhã José Genoino e a secretária-geral do PSOL, Berna Menezes